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Rejuvenescimento global da face
09.11.2020
Dra. Monique de Oliveira Valdek
O processo de envelhecimento da face é global, tridimensional, ocorrendo a perda de estruturas que lhe dão forma e contorno. As marcas de expressão e sulcos são o resultado de uma série de eventos que envolvem a pele, gordura, músculos e ossos. Com o passar dos anos, ocorre uma diminuição da gordura facial, da musculatura e uma reabsorção dos ossos também. As CONVEXIDADES e arcos característicos da juventude são substituídos por áreas planas ou ate côncavas. Buscar novamente os contornos da face e sua harmonia é uma importante parte do protocolo de rejuvenescimento. Para tanto, recomendamos um tratamento em três etapas: uma primeira etapa, com tratamento das marcas de expressão com a toxina botulínica e uma uniformização da pele por meio de cremes à base de despigmentantes quando necessários; uma segunda etapa com reposição do volume perdido da face com os preenchimentos faciais e, por fim, uma terceira etapa, com o tratamento das rugas superficiais e melhora da cor, textura e brilho através de peelings, laser ou skinboosters (hidratantes injetáveis). Esse tratamento tridimensional visa suprir as necessidades dessa pele envelhecida, sob o olhar da face como um todo. Buscar novamente os contornos da face e sua harmonia é uma importante parte do protocolo de rejuvenescimento
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Quais as indicações da toxina botulínica?
01.04.2024
Dra. Silvana Rocha
Que a toxina botulínica é um dos tratamentos mais realizados no mundo, você já sabe. Mas esse queridinho da estética tem indicações que vão muito além do tratamento para as rugas. Vamos mostrar como essa substância é versátil, e onde ela pode ser aplicada. Acompanhe! O que é toxina botulínica? A toxina botulínica é uma proteína produzida pela bactéria Clostridium botulinum. Ela atua no bloqueio da acetilcolina, um neurotransmissor que faz a ligação entre os músculos e o cérebro. Assim, age paralisando os músculos da região, deixando a área relaxada, sem capacidade de contração. Tratamentos para rugas A prevenção e tratamento de rugas é a finalidade mais comum da toxina botulínica, dentro da área da estética. As rugas e linhas de expressão surgem no rosto por conta da diminuição da produção de colágeno e elastina, as substâncias que mantêm a sustentação da pele. Por volta dos 30 anos de idade, o ritmo de produção começa a diminuir naturalmente (e pode ser agravado por maus hábitos de vida, como sedentarismo, alimentação inadequada e falta de cuidado com a pele). Assim, a pele começa a apresentar marcas e sulcos, que geralmente são os primeiros sinais do envelhecimento. Portanto, a toxina botulínica age de duas formas: como prevenção e como correção. Preventivo A toxina botulínica pode ser utilizada na estética como um preventivo às rugas e sulcos. A recomendação é que o tratamento inicie por volta dos 30 anos, quando os primeiros sinais do envelhecimento surgem (mas a avaliação médica é essencial para estabelecer o melhor tratamento para cada pessoa). Quando iniciada de maneira preventiva, a toxina botulínica não deixa que as linhas de expressão se tornem rugas permanentes, prolongando a aparência jovem por muito mais tempo. Corretivo Pessoas que já apresentam rugas dinâmicas, que são aquelas que aparecem quando contraímos os músculos da face para falar ou sorrir, por exemplo, também podem se beneficiar da toxina botulínica. Nesses casos, a substância é aplicada nos locais onde as rugas estão instaladas. A substância age impedindo a contração do músculo, evitando assim que as rugas se formem. Esse efeito também deixa a pele esticada por mais tempo, atenuando a aparência das rugas gradualmente. A toxina botulínica pode ser aplicada nos pés de galinha, nas linhas da testa, na glabela e no bigode chinês, por exemplo. Tratamento da hiperidrose A hiperidrose, também conhecida como suor excessivo, é uma condição em que a pessoa apresenta um excesso de suor, principalmente nas axilas, palmas das mãos e testa. A toxina botulínica é uma ótima forma de tratar essa condição, já que sua ação bloqueia a ação das glândulas sudoríparas, diminuindo a produção de suor. O tratamento é muito eficaz nas axilas, testa e palmas das mãos; e tem uma duração média de 6 meses, sendo necessárias sessões de manutenção após esse período. Tratamento para bruxismo A disfunção que faz com que a pessoa fique apertando e rangendo os dentes durante o sono, conhecida como bruxismo, também pode ser tratada com a toxina botulínica. O seu efeito age sobre a capacidade de pressão da mandíbula, aliviando a força dos músculos responsáveis pela mastigação, diminuindo a pressão e o desgaste nos dentes. Toxina botulínica para sorriso gengival Quem tem sorriso gengival, costuma ter a autoestima bastante abalada por causa dessa condição. Essas pessoas tendem a exporem muito a gengiva quando sorriem, devido a uma elevação exagerada do lábio superior. Embora alguns casos só possam ser tratados através de cirurgia, a toxina botulínica é um método bastante efetivo para diminuir o sorriso gengival. Ela é aplicada nos músculos responsáveis pela elevação do lábio, fazendo com que ele não seja tão puxado para cima quando a pessoa sorri.
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Septoplastia
09.04.2024
Dr. Emanuel Veras
Septoplastia O septo nasal é uma estrutura composta por cartilagem e por osso a qual separa as duas fossas nasais. Quando essa estrutura não se encontra centralizada, as fossas nasais ficam estreitas e apresentam resistência à passagem do ar. O septo pode desviar para um ou para os dois lados do nariz, assumindo, inclusive, um formato similar a um S. A principal causa de desvio do septo é o trauma nasal, incluindo os pequenos traumas ocorridos durante a infância, os quais, muitas vezes, nem são percebidos. Pacientes que têm desvio de septo costumam ter alguns sintomas, sendo os mais comuns: dificuldades, para respirar, dor de cabeça, dor no rosto, em especial, próximo ao nariz, sangramento nasal recorrente, ronco, apneia do sono, cansaço fora do comum, dificuldade em sentir cheiro e sabor e nariz entupido de forma constante. A principal complicação gerada pelo desvio de septo nasal é a dificuldade de respirar pelo nariz, porém a congestão nasal não é um sintoma exclusivo do desvio de septo, é por isso que outras doenças podem ser confundidas com essa condição, como rinite e sinusite, por exemplo. Entretanto, cada uma dessas doenças tem um tratamento específico. Enquanto as rinites são tratadas clinicamente, o desvio de septo pode requerer cirurgia: a septoplastia. A septoplastia é o procedimento realizado, para corrigir o desvio de septo nasal. Segundo a Associação Americana de Otorrinolaringologia, 80% da população apresenta algum grau de desvio de septo. A cirurgia geralmente é realizada com anestesia geral, e os pacientes ficam internados por um dia, dependendo da evolução pós-operatória. A região abordada é extremamente complexa, com artérias e com veias que irrigam as fossas nasais e os seios paranasais. Além disso, situa-se bem próxima às órbitas e às meninges e possui muitas variações anatômicas. Trata-se de uma cirurgia exploradora, ou seja, é impossível prever exatamente quais alterações serão encontradas, portanto, muitas decisões podem e devem ser tomadas durante a cirurgia. Os pacientes podem ou não necessitar de tampão nasal no pós-operatório. Caso o paciente apresente obstrução nasal, deve procurar o seu otorrinolaringologista para avaliação e possíveis tratamentos. Dr. Emanuel Veras CRM/PB 13022 Otorrinolaringologia
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Dr, será que tenho joanete?
04.09.2023
Dr. Felipe Tavares Sena
Será que tenho joanete? abaixo seguem algumas perguntas e respostas sobre este problemaO Joanete é uma das queixas mais comuns de consultas na especialidade de Pé em Ortopedia, que também pode ser chamado de Hálux Valgo ou Bunion. O Joanete é um osso que cresce no pé? Existe tratamento? Não. Trata-se de uma alteração do formato do primeiro dedo do pé (dedo maior ou dedão), que pode levar ao aparecimento de dor, inchaço, vermelhidão, calos e, dependendo da intensidade dos sintomas, à necessidade de iniciar um tratamento adequado, que nem sempre precisa ser com correção cirúrgica. Há muitos tratamentos disponíveis, bem mais simples do que imaginamos. Salto alto e bico fino causam Joanete? Pessoas que têm Joanete, têm o hábito de usar sapatos fechados. A combinação salto alto e bico fino “predispõe o aparecimento” ou agravamento do Joanete. Quem faz caminhadas ou corridas com sapatos apertados também corre o risco de desenvolver um Joanete. A simples troca de um calçado pode aliviar sintomas que existem há anos. Escolha correta do sapato • Evite sapatos bicudos, apertados, muito estreitos e de salto alto. • Dê preferência para sapatos onde os pés fiquem bem acomodados e de saltos baixos Como saber se eu tenho joanete? Verifique abaixo se você se identifica com alguma das informações. Caso se enquadre em mais de uma delas, está na hora de procurar um atendimento especializado: • Joanetes são mais comuns no sexo feminino; • Joanetes podem acontecer nos dois pés ao mesmo tempo; • O pé não precisa estar deformado para que exista o Joanete. Dor e vermelhidão na região de dentro do pé já são suficientes para o seu diagnóstico; • Pessoas que apresentam artrite ou artrose, pés chatos ou planos, encurtamento da musculatura, podem ter um Joanete associado; • Se seu avô ou avó, pai ou mãe, irmão ou irmã possuem Joanete, é prudente investigar se você também tem; • A cirurgia para correção do Joanete sofreu muitas modificações, e, hoje em dia, o sofrimento e as complicações que existiam antigamente foram superados; • As incisões são pequenas; • Os pontos da cirurgia não ficam mais para fora da pele; • As cicatrizes são suaves e pouco incomodam; • Não se usa mais gesso; • O paciente anda no dia seguinte à cirurgia e geralmente retorna rapidamente às atividades; • A dor é uma queixa que tem desaparecido progressivamente dos pacientes operados; • Se escolhida uma técnica cirúrgica apropriada, a possibilidade de retorno do problema é muito pequena.
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Blefaroplastia pós-bariátrica: um olhar mais jovem e REJUVENESCIDO
09.04.2024
Dra. Dominique Pachu
A blefaroplastia, ou cirurgia das pálpebras, é um procedimento estético que tem ganhado destaque, especialmente entre pacientes que passaram por cirurgia bariátrica. Após uma perda significativa de peso, muitos indivíduos notam mudanças visíveis na pele do rosto, incluindo flacidez e excesso de pele nas pálpebras, que podem afetar tanto a estética quanto a função, conferindo um aspecto cansado e envelhecido ao rosto. A relação entre a cirurgia bariátrica e a blefaroplastia Após a cirurgia bariátrica, muitos pacientes experimentam uma rápida perda de peso. Isso pode resultar em mudanças drásticas na aparência facial, com perda de volume e flacidez na pele. As pálpebras são uma das áreas mais afetadas, levando a um aspecto cansado e envelhecido. Para muitos, a blefaroplastia se torna uma etapa importante no processo de transformação, ajudando a restaurar a autoestima e a confiança. Benefícios da blefaroplastia após a cirurgia bariátrica 1. Melhoria estética: O procedimento ajuda a suavizar as linhas e rugas ao redor dos olhos, proporcionando um olhar mais jovem e descansado. 2. Aumento da autoestima. Por que a blefaroplastia é indicada após a bariátrica? - Excesso de pele: A perda de peso rápida e significativa pode levar ao excesso de pele nas pálpebras superiores e inferiores, causando um efeito de "olheiras profundas" e caimento das pálpebras. - Melhora da visão: Em alguns casos, o excesso de pele pode prejudicar o campo visual, dificultando a realização de atividades do dia a dia e facilitando atividades cotidianas. - Rejuvenescimento facial: A blefaroplastia remove o aspecto cansado e envelhecido, ajudando a suavizar as linhas e rugas ao redor dos olhos e proporcionando um olhar mais jovem e revitalizado. - Autoestima: A melhora da aparência facial pode trazer grande impacto na autoestima do paciente. A harmonização facial após a perda de peso pode levar a uma melhoria significativa na autoconfiança e na percepção da própria imagem. Como é realizada a blefaroplastia? A cirurgia é realizada em ambiente hospitalar, com anestesia local e sedação. O cirurgião faz pequenas incisões para remover o excesso de pele e gordura, e em alguns casos, reposiciona os músculos das pálpebras. A duração da cirurgia varia de acordo com a complexidade de cada caso. Pós-operatório O pós-operatório da blefaroplastia é geralmente tranquilo. É comum o aparecimento de inchaço e hematomas nas primeiras horas após a cirurgia, que tendem a diminuir com o passar dos dias. O uso de compressas frias e a elevação da cabeça ajudam a reduzir o inchaço. Benefícios da blefaroplastia - Melhora da aparência: O olhar fica mais jovem e descansado. - Recuperação rápida: A maioria dos pacientes retorna às suas atividades normais em poucos dias. - Resultados duradouros: Os resultados da blefaroplastia são duradouros e proporcionam grande satisfação aos pacientes. - É importante ressaltar que a blefaroplastia deve ser realizada por um profissional experiente e qualificado. Considerações importantes - A blefaroplastia é um procedimento eletivo e não é coberta pelos planos de saúde. - É fundamental que o paciente siga todas as orientações médicas antes e após a cirurgia. - O resultado final da cirurgia pode variar de acordo com as características individuais de cada paciente. - É fundamental que os pacientes consultem um cirurgião plástico experiente e especializado. O profissional avaliará a saúde geral do paciente, o estado da pele e discutirá as expectativas em relação ao procedimento. Também é importante considerar o tempo de recuperação e as limitações pós-operatórias. Conclusão A blefaroplastia pode ser uma excelente opção para aqueles que passaram pela cirurgia bariátrica e desejam complementar sua transformação física. Ao abordar as preocupações estéticas e funcionais, este procedimento pode ajudar os pacientes a se sentirem mais confortáveis em sua nova aparência, completando assim um importante ciclo de mudanças na vida. Se você está considerando realizar uma blefaroplastia, agende uma consulta com um profissional experiente e qualificado para avaliar suas necessidades e tirar todas as suas dúvidas.
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Para cada câncer, um tratamento: oncologia de precisão.
18.08.2020
Dr. Luiz Victor Maia Loureiro
Já pensou no tratamento do câncer sem o emprego de quimioterapia? E a possibilidade de usar um remédio específico para cada tipo de câncer? Estas possibilidades já são realidade e fazem parte do que hoje se chama oncologia de precisão. Graças aos extraordinários avanços no entendimento da genética do câncer e, especialmente, nas múltiplas interações do sistema imunológico com a doença, tivemos nos últimos anos a ampliação das possibilidades de tratamento do câncer com o emprego de drogas inteligentes capazes de atuar em “alvos moleculares” específicos de cada tumor e também, mais recentemente, a incorporação da imunoterapia. Somadas, essas novas estratégias têm permitido um controle mais eficaz da doença e mesmo casos em estágios mais avançados têm apresentado excelentes resultados, com menos efeitos colaterais. Falar de oncologia de precisão é conversar sobre a biologia do câncer. É necessário entender que o câncer é uma doença que está em constante transformação. Conceitualmente, o câncer surge quando uma célula qualquer sofre uma mudança em seu código genético e passa a crescer e se multiplicar de forma desordenada. Essas transformações são diversas e geram variados tipos de células o que significa dizer que nem todo câncer é igual. Na prática, câncer são várias doenças que respondem pelo mesmo nome. São essas diferenças que explicam porque tumores de mesma origem se comportam de forma diversa em pessoas diferentes e, adicionalmente, porque alguns pacientes respondem bem às terapias, enquanto outros nem tanto. Sabedores dessas disparidades, os oncologistas alinharam os avanços do conhecimento genético e descobriram que não é mais possível que todos os pacientes com um tipo específico de câncer e estágio recebam o mesmo tratamento. As tecnologias mais recentes são capazes de estudar e mapear os genes das células tumorais e identificar alvos para os quais existem terapias específicas. Em outras palavras, já é possível identificar a fechadura (alvo-molecular) e escolher a chave certa (terapia-alvo). Isso significa dizer que o tratamento é capaz de atuar mais especificamente sobre a célula do tumor e, menos provavelmente, em células sadias. Em última análise, isso aumenta a eficiência do tratamento e reduz os efeitos colaterais. Inúmeras drogas-alvo já foram desenvolvidas e estão disponíveis comercialmente no Brasil, tanto na rede privada quanto na pública. Cânceres de mama, colorretal, rim, pulmão já são largamente tratados com base nos alvos genéticos e moleculares. Para sabermos se o paciente pode se beneficiar dessa estratégia é necessário se certificar que o tumor tem um alvo específico. Isto é normalmente verificado testando uma amostra do tumor obtida por meio de uma biópsia ou durante uma cirurgia. Cada vez mais teremos novos alvos moleculares identificados pela ciência e, portanto, novos medicamentos desenvolvidos capazes de atuar de forma mais eficaz. Saiba, portanto, que é possível se beneficiar de terapias com maior impacto no controle do câncer e que podem ser usadas por longos períodos com efeitos colaterais toleráveis. Já somos, portanto, capazes de tratar o câncer com maior precisão.
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Queda de Cabelo: Até que ponto é normal?
17.04.2024
Dr. Sergio Luiz Camara Lopes Jr.
Queda de cabelo: Até que ponto é considerada normal? Você já se pegou olhando no espelho, preocupado (a) com a quantidade de cabelos que fica na escova ou no chão do banheiro? A queda de cabelo é uma preocupação muito comum, mas até que ponto ela é considerada normal? Neste artigo, vamos entender quando é hora de procurar ajuda, quais as causas e os tratamentos disponíveis. Os Sinais Silenciosos A queda de cabelo pode começar de forma sutil, muitas vezes passando despercebida. Você pode notar alguns fios a mais na escova, mas será que é algo para se preocupar? Atenção aos sinais silenciosos que seu corpo envia. A quantidade normal de cabelos que uma pessoa pode perder diariamente pode variar, mas estima-se que a perda média seja de 50 a 100 fios por dia. Esse número pode variar de acordo com fatores individuais, como tipo de cabelo, genética, idade, saúde geral e condições específicas do couro cabeludo. Se a queda parece excessiva ou se você nota uma diminuição significativa na densidade capilar, é hora de investigar mais a fundo. O Que Causa a Queda Capilar? Existem diversas razões para a queda de cabelo, desde fatores genéticos até problemas de saúde e estresse. Compreender as causas é crucial para determinar o melhor tratamento. Abaixo, veremos algumas das causas mais comuns da queda de cabelo: Fatores Genéticos (Hereditariedade): Se há histórico familiar de calvície ou queda capilar, você pode ter maior probabilidade de enfrentar o mesmo problema. Desequilíbrios Hormonais: Pode ocorrer durante a gravidez, parto e menopausa. Distúrbios da tireoide também podem contribuir para a queda de cabelo. Estresse: Situações de estresse físico ou emocional podem desencadear a queda capilar. Isso pode incluir eventos traumáticos, cirurgias, doenças graves ou estresse emocional prolongado. Problemas de Saúde: Algumas condições médicas, como alopecia areata, dermatite seborreica, infecções do couro cabeludo ou outras doenças autoimunes, podem resultar na perda de cabelo. Medicamentos e Tratamentos Médicos: Certos medicamentos, como utilizados em quimioterapia, medicamentos para a pressão arterial, antidepressivos e outros, podem causar queda de cabelo como efeito colateral. Estilo de Vida e Nutrição: Uma dieta pobre em nutrientes essenciais, deficiências vitamínicas (como ferro e biotina), dietas extremamente restritivas e hábitos de vida pouco saudáveis podem afetar a saúde capilar. Agressões Externas: Exposição excessiva ao calor, produtos químicos agressivos, tratamentos capilares frequentes e penteados apertados podem danificar os folículos capilares, levando à queda de cabelo. Envelhecimento: À medida que envelhecemos, é natural que a taxa de crescimento capilar diminua, e a qualidade dos fios pode ser afetada. Como funciona o tratamento? O tratamento adequado dependerá da causa subjacente da queda capilar. Aqui estão algumas abordagens gerais que podem ajudar a tratar a queda capilar: Consulte um profissional de saúde: Antes de iniciar qualquer tratamento, é crucial consultar um dermatologista ou um médico especializado em saúde capilar. Eles podem diagnosticar a causa da queda capilar e recomendar o tratamento apropriado. Cuide da sua dieta: Uma dieta equilibrada e rica em nutrientes essenciais pode ajudar a promover a saúde capilar. Certifique-se de incluir alimentos ricos em vitaminas (como vitamina A, C, E), minerais (como ferro e zinco) e proteínas. Tratamentos tópicos: Existem produtos tópicos, como o minoxidil,que podem ser recomendados para estimular o crescimento capilar. No entanto, esses produtos devem ser usados sob a supervisão de um profissional de saúde. Tratamentos a laser: Terapias a laser podem ser utilizadas para estimular o crescimento capilar, como o Lad Terapia e Fotona Capilar. Todos devendo ser feitos por um profissional de saúde. Medicamentos prescritos: Em alguns casos, o médico pode prescrever medicamentos, como finasterida e dutasterida, para ajudar a combater a queda capilar. Esses medicamentos devem ser utilizados com prescrição médica, a fim de minimizar efeitos colaterais indesejados. Abordagem para o estresse: Se o estresse for um fator contribuinte, técnicas de gerenciamento de estresse, como meditação, ioga e exercícios, podem ser úteis. Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento ideal pode variar. Consulte sempre um profissional de saúde para obter orientação personalizada com base no seu histórico médico e nas características específicas do seu quadro de queda capilar. Se você está enfrentando a perda de cabelo e não está resolvendo com tratamento, o Transplante Capilar pode ser a solução. Essa técnica avançada oferece resultados naturais, devolvendo a densidade capilar perdida. Imagine poder desfrutar novamente da sensação de cabelos volumosos e saudáveis! Nós entendemos a importância dos seus cabelos para a sua autoestima e estamos aqui para ajudar. Agende sua consulta hoje e descubra as possibilidades do transplante capilar. Seus cabelos merecem uma segunda chance!
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Meu filho não tem cava no pé?
11.07.2022
Dr. Felipe Tavares Sena
Uma das grandes queixas nos consultórios de Ortopedia é de mães que trazem seus filhos para avaliar a pisada, pois percebem que a “cava do pé” não apareceu ainda. Os pais realmente têm razão. Quando as crianças estão aprendendo a se equilibrar e a dar os seus primeiros passos – por volta de 1 ano de idade, o arco longitudinal medial ainda não se formou, e não se consegue perceber o aparecimento da tão falada cava do pé. Entretanto, algumas crianças, que não têm cava, desenvolverão pés planos, e, assim, permanecerão na adolescência e idade adulta. Terão altas chances de fazerem um pé plano doloroso, de tratamento muito difícil. É preciso agir cedo, justamente entre 1 e 2 anos, no sentido de orientar e dar início ao tratamento e à prevenção. Um simples exame clínico, feito com um aparelho mais parecido com uma balança (podoscópio), onde a criança sobe e tem sua pisada avaliada imediatamente, pode detectar ausência ou presença da cava e se esta é, ou não patológica, ou seja, se precisa ou não de tratamento. O tratamento vai desde apenas observação e uso de órteses (palmilhas, tênis e botas ortopédicas), nos primeiros anos de vida, a pequenos procedimentos cirúrgicos, nas idades mais próximas dos 10 anos. Todos, no sentido de evitar que a criança se torne um adolescente ou um adulto com o pé plano e doloroso, apresentando grande dificuldade para usar calçados diversos e incapacidade para alguns esportes e determinados tipos de trabalho, comprometendo significativamente sua qualidade de vida. Portanto, a época de procurar o devido atendimento é nos primeiros meses e anos de vida, quando ainda dá tempo de iniciar um tratamento mais adequado e mais simples, com os menores transtornos possíveis.
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